sexta-feira, 3 de outubro de 2014

CAMARA MIRIM DE MOSSORÓ

MOSSORÓ, TERRA DE SANTA LUZIA, MESORREGIÃO OESTE DO RIO GRANDE DO NORTE

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Cana-de-açúcar tornou-se o principal produto agrícola do RN

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a cana-de-açúcar se tornou o principal produto agrícola do Rio Grande do Norte em 2010, ultrapassando o melão. Os números são da Produção Agrícola Municipal (PAM 2010), que investiga um elenco de 64 produtos da agricultura nacional.
A cana-de-açúcar teve valor de produção de R$ 192.814.000,00 ou (24,6%) do total do valor da produção estadual.
O fato deu-se por conta de novos investimentos e a expansão da produção da cana-de-açúcar com o objetivo de atender a demanda dos mercados nacionais e internacionais do etanol, reduzindo a dependência em relação ao petróleo, bem como, preservando melhor o meio ambiente com a redução de gases poluentes (petróleo) causadores do efeito estufa.
Os principais municípios produtores do estado foram: Baía Formosa, Canguaretama, Ceará-Mirim, Goianinha, São José de Mipibu, Taipu, Ares, Brejinho, São Gonçalo do Amarante e Pedro Velho.
O melão obteve valor da produção de 150.680.000,00, destacando-se os municípios de Mossoró, Baraúna, Galinhos, Apodi, Macau, São José de Mipibu, Assú, Pedra Grande e Jardim de Piranhas (Mossoró esteve como um dos 20 maiores produtores do país).
Na sequência aparece a banana com valor de produção R$ 67.970.000,00 e cultivada principalmente em Ipanguaçu, Alto do Rodrigues, Baraúna, Touros, Rio do Fogo, Extremoz, Maxaranguape, Assú, Carnaubais e Pureza.
Os 6 maiores produtos para a economia (cana-de-açúcar, melão, banana, cebola, mandioca e abacaxi) representavam, em 2010, 75,4% do valor da produção total agrícola do Estado ou R$ 589.546.000.
No ano passado, O RN obteve uma participação de apenas 0,5% em relação à produção agrícola total do Brasil, sendo o Estado o vigésimo primeiro produtor nacional e o 9º da região Nordeste.
A PAM 2010 também revelou que o rebanho bovino potiguar teve um decréscimo de 7,63% de um ano para o outro, em 2009 com 1.150.028 cabeças e em 2010 com 1.064.575 cabeças. O número de vacas ordenhadas caiu de 267.755 em 2009 para 257.999 cabeças em 2010, com uma variação negativa de -3,64%, uma produção de leite de 229.492.000 litros no decorrer do ano de 2010, inferior em 2,75% em relação ao ano anterior (235.986.000 litros).
FONTE: JORNAL DE FATO - JORNALISMO DE VERDADE, EDIÇÃO DO DIA 30 DE OUTUBRO DE 2011

domingo, 29 de novembro de 2009

MOSSORÓ NO TOPO DO DESENVOLVIMENTO


No dia 28 de novembro de 2008 (sábado) a fábrica Porcelanatti Revestimentos de Mossoró-RN, do grupo empresarial Itagrês, de Santa Catarina, começa a funcionar e a partir da próxima semana começa a colocar no mercado os primeiros lotes de sua produção
A Itagrés, era um sonho que se tornou realidade para Mossoró e região. “São 400 empregos diretos que estão sendo oferecidos inicialmente
Com produção de revestimentos cerâmicos destinados aos mercados interno e externo, a Revistimentos Porcelanatti, teve a participação decisiva da administração Fafá Rosado, para a sua consolidação. A prefeita teve várias reuniões com a direção da indústria, e a Prefeitura contribuiu decisivamente para sua inauguração.
De acordo com o engenheiro Ricardo Gomes a unidade de Mossoró vai produzir, numa primeira etapa, cerca de 500 mil metros quadrados de revestimentos cerâmicos, tanto para o mercado nacional quanto para o externo. Sua capacidade total deverá atingir os mil metros quadrados. Ele disse ainda que pela localização e o desenvolvimento que se apresenta em Mossoró a Itagrês deverá comercializar sua produção para o mercado regional e também para o Caribe, podendo alcançar também o mercado europeu.
O grupo Itagrês investiu R$ 100 milhões na montagem da fábrica de Mossoró, a qual é uma das mais modernas do país. Os equipamentos foram importados da Itália. Inicialmente, a fábrica produzirá revestimento de 50 x 50, entre 400 a 500 mil m2 por mês. À plena carga, a indústria atingirá a produção de 1 milhão de m2 por mês. montagem da fábrica de Mossoró, que será uma das mais modernas do país. Os equipamentos foram importados da Itália. Inicialmente, a fábrica produzirá revestimento de 50 x 50, entre 400 a 500 mil m2 por mês. À plena carga.
OBS.: A FOTO ACIMA É DE JONH VICTOR MUELLER, DIRETOR DA ITAGRÊS

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

REFINARIA CLARA MARANGÃO - GUAMARÉ-RN


A Refinaria Clara Camarão, em implantação no município de Guamaré, região litorânea do Estado do Rio Grande do Norte, entrará em operação a partir de outubro de 2010.

A confirmação foi dada NO DIA 19 DE NOVEMBRO (QUINTA-FEIRA) em visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao município.

Em sua primeira fase, a unidade de refino irá processar entre 30 e 35 mil de barris de petróleo/dia e mais de 4,5 mil barris de gasolina ao dia, o que tornará o Estado autossuficiente em relação a este produto.

Na sua segunda fase de operação, prevista para 2012, terá capacidade para processar até 65 mil barris/dia. A nova unidade poderá chegar aos 120 mil barris diários de petróleo processado em 2014, caso o terminal oceânico para escoamento de granéis, ora em estudo, e previsto para ser instalado em Porto do Mangue ou Areia Branca, esteja concluído e a produção de petróleo volte aos 100 mil barris diários, marca já alcançada há algum tempo pelo Estado.

"Temos clareza do que esta refinaria significa para o Rio Grande do Norte. Os adversários que não fizeram as coisas que deviam, cobram agora, quando estamos fazendo", disse o presidente Lula, que veio acompanhado dos ministros Geddel Vieira Lima (da Integração Nacional), Edison Lobão (de Minas e Energia) e do presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli.

"Este é um momento que concretiza uma luta de muitos anos, que é a de agregar valor ao petróleo do Rio Grande do Norte. A ministra Dilma me disse: Wilma, serei sua parceira na luta pela refinaria. Lutei, batalhei e aqui estamos comemorando a concretização de um sonho", disse a governadora, que aproveitou para cobrar avanços na obra do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante. Logo após a visita, Wilma de Faria assinou o Termo de Compromisso com a Petrobras para futuras expansões e unidades industriais na Refinaria Clara Camarão.

"Dizem que esta refinaria é pouco para o Estado, mas é um investimento de meio bilhão de reais. Enquanto estão falando por aí, nós estamos fazendo", frisou o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão.

Das refinarias anunciadas pelo presidente Lula, a do Rio Grande do Norte será a primeira a entrar em funcionamento.

A sua implantação nesta primeira fase (2010) demandará investimentos da ordem de 191 milhões de dólares. Com a nova instalação, o Rio Grande do Norte será autossuficiente na produção de gasolina.

O mercado do Estado consome mensalmente 22,6 milhões de litros de gasolina, 28,5 milhões de litros de óleo diesel, 7,1 milhões de litros de querosene de aviação, 7,6 milhões de litros de álcool e 6 milhões de botijões de GLP.

O presidente da Petrobras, Sérgio Gabrielli, lembrou que a refinaria teve muito do trabalho de duas mulheres que lutaram por ela, "a governadora Wilma e a ministra Dilma", e ressaltou que "a refinaria se integra ao sistema de refino nacional e que, além de crescer, vai melhorar os produtos atualmente produzidos. Serão 215 milhões de dólares investidos nesta região em um ano para integrar as unidades existentes e agregar as novas", afirmou.

O prefeito de Guamaré, Auricélio Teixeira, que também acompanhou a comitiva, destacou o empenho da governadora para a concretização da obra. "Sabemos que para chegar a este momento contamos com a dedicação da governadora Wilma", frisou.

A Refinaria Potiguar Clara Camarão será a 12ª a entrar em operação no país.

Lula afirma que não irá interferir em governo sucessor

Em passagem por Natal, o presidente Lula concedeu entrevista à rádio Clube FM em que afirmou que, caso eleja seu sucessor à Presidência da República, não irá interferir em seu governo.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

SAL À GOSTO

O mercado externo de sal está bastante aquecido para o município de Macau. O envio do "ouro" branco produzido na cidade para outros países triplicou neste ano, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). Até julho, 298.099 toneladas de sal já tinham saído de Macau para a Europa, Ásia e América Norte. Uma quantidade quase três vezes maior que a registrada no mesmo período de 2008, quando 100.065 toneladas foram vendidas de Macau para o mundo.As cifras que envolvem o mercado de sal em Macau também triplicaram, saltando de 1,3 milhão de dólares até julho do ano passado para 5,2 milhões de dólares neste ano.A exportação de sal produzido em Macau vinha acumulando perdas nos últimos três anos, caindo pela metade em 2008, quando foram exportados 1,3 milhão de dólares (100 mil toneladas), sendo que foram exportados 2,7 milhões de dólares em 2006 (234 mil toneladas), até julho.A empresa Salinor, com produção em Macau e Areia Branca, responde por 45% de toda a produção do Estado.Para Renato Fernandes, presidente do Sindicato das Moagens e Refinarias de Sal (SIMORSAL), o crescimento no volume exportado pode ter sido fruto de uma estratégia da Salinor. "A empresa pode ter concentrado a produção de Macau para o mercado externo", argumentou, acrescentando que desconhecia a segmentação dos dados do mercado exterior de sal do Rio Grande do Norte, conforme foi repassado pelo Ministério do Desenvolvimento à reportagem. "É difícil fazer uma segmentação, pois o sal é todo exportado através do Porto-Ilha, em Areia Branca", declarou Renato Fernandes.Macau, juntamente com Galinhos, respondem por 45% da produção potiguar de sal. Os 55% da produção estão concentrados nos municípios de Mossoró, Areia Branca e Grossos.O crescimento no comércio exterior pode ser notado por toda a população devido ao aumento de carretas e caçambas pelas vias do município. "Nunca tinha visto tanta caçamba", declarou a comerciante Maria Josefa de Aquino. Ela também está se aproveitando do momento para lucrar mais. Além do ponto comercial fixo, Josefa tem levado suas merendas até os caminhoneiros. "A gente tem que estar onde o cliente está", disse, rindo, a comerciante.Mas nem tudo é positivo. O frequente vai-e-vem de carros pesados também tem causado prejuízo e deixado as vias de acesso a Macau perigosas.O prefeito de Alto do Rodrigues, Eider Medeiros, tem reclamado que num prazo de seis meses a Prefeitura já teve de investir em duas ocasiões na recuperação da Avenida Ângelo Varela, que corta a cidade, e nas ruas adjacentes, "pois é onde as carretas geralmente estacionam ou fazem manobras, danificando o calçamento", declarou Eider.Para as pessoas que moram à beira das vias, o fluxo de carros de grande porte representa risco de vida. "Os acidentes acabam se tornando frequentes, já que aqui não há qualquer controle do trânsito", reclamou a dona-de-casa Francisca Severina de Souza.
Sal potiguar conquista novo mercadoO momento é bom para os produtores de sal do Rio Grande do Norte. Eles têm pelos menos dois bons motivos para comemorar: a recomposição do preço do produto e a conquista de um novo mercado consumidor.Depois de vários anos com o preço lá embaixo, o sal está em plena recuperação neste ano. A tonelada do produto, que estava rendendo cerca de 50 dólares até pouco tempo, agora está saindo por mais de 200 dólares. "Desde a implantação do URV (Unidade Real de Valor) que o preço do sal não tinha recomposição", destacou Renato Fernandes, presidente do Sindicato das Moagens e Refinarias de Sal (SIMORSAL), explicando que nesse período, de 16 anos aproximadamente, o custo de produção do sal subiu 300%.O outro motivo para comemorar é a conquista da indústria química canadense. Uma comitiva do Canadá esteve no Estado e comprovou a qualidade do sal potiguar. "Eles (canadenses) ficaram impressionados com a qualidade do nosso sal", afirmou Renato Fernandes.Agora, o Canadá está incluído na lista dos principais destinos do sal potiguar, juntamente com Nigéria e Estados Unidos. São compradores diferenciados. O Canadá compra sal para a indústria química, a Nigéria para a mesa e os Estados Unidos para usar em asfalto.
FONTE: JORNAL DE FATO, EDITADO EM MOSSORÓ

domingo, 9 de agosto de 2009

RN TEM MAIOR RESERVA DE CALCÁRIO DO BRASIL

FONTE: REPORTAGEM DE CEZAR ALVES NO JORNAL DE FATO, EDITADO EM MOSSORÓ, EDIÇÃO DO DIA 9 DE AGOSTO DE 2009(DOMINGO)
Nos últimas duas décadas, pelo menos oito grandes grupos que trabalham com extração de calcário e beneficiamento de calcário demonstraram interesse de instalar unidades industriais no Rio Grande do Norte, especificamente nas regiões de Mato Grande, Vale do Açu, Mossoró, Chapada do Apodi e parte do Vale do Jaguaribe, no Ceará.
A razão é simples. Estas regiões têm aflorando mais de 20 mil quilômetros quadrados de rocha calcária (com espessura que vai de 50 a 400 metros), que é matéria-prima para inúmeros produtos da construção civil, indústria química, açucareira, entre vários outros segmentos industriais. Esta estimativa, que já foi comprovada e está pronta para ser explorada, é do Departamento Nacional de Produção Mineral.
O geólogo Otacílio Carvalho, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico, disse que o Rio Grande do Norte tem a maior reserva de calcário (de boa qualidade) do País. "É rocha calcária suficiente para ser extraída a vida toda e mais três dias", brinca o geólogo, lembrando que há muitos anos o Grupo do Empresário João Santos (Itapetinga) já fabrica cimento em Mossoró, duas unidades estão iniciando a construção de suas fábricas (Votorantin e Poti) e outros cinco grandes grupos estão querendo se instalar na região.
Para se ter uma ideia do potencial e o interesse dos grandes grupos, basta registrar que somente na região de Mossoró, que está literalmente em cima de uma rocha de calcário, existe mais de 200 áreas requeridas para exploração. Mossoró, segundo o DNPM, tem a maior reserva tecnicamente comprovada de rocha calcária. Governador Dix-sept Rosado vem logo em seguida.

UTILIDADE
O geólogo Otacílio Carvalho, que se formou no início da década de oitenta e desde então procura uma maneira de desenvolver o Estado a partir de investimentos na extração calcário no Estado, que pode ser usado na fabricação de cimento, brita, calcário moído para galinha, calcário para cargas industriais, carbonato de cálcio precipitado, cal hidratada e até no artesanato.

Grandes empreendimentos não oferecem risco de desastre ambiental
O geólogo Otacílio Carvalho não concorda que possa existir risco de desastre ambiental com a exploração da reserva de calcário no Estado por grandes grupos financeiros. Pelo contrário, segundo ele, cada unidade de extração e beneficiamento de calcário, como por exemplo, o Grupo Votorantim, trabalha com uma grande preocupação ambiental.
Segundo ele, para se instalar uma unidade de grande porte de fabricação de cimento, por exemplo, "primeiro é realizado um amplo estudo científico, mostrando todos os riscos e já apontando todos os investimentos possíveis de compensação ambiental e também social", destaca o geólogo da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico.
O que preocupa o especialista é exatamente o pequeno produtor, pois seguimento extrai e processa a pedra como se fazia há dois mil anos atrás. "É inaceitável do ponto de vista ambiental (extrai pedra usando ainda dinamite) e até desumano (trabalhadores sem ferramentas adequadas trabalhando nos fornos) o trabalho que observamos nas caieiras das regiões de Mossoró, Governado Dix-sept Rosado, Felipe Guerra e Apodi" destaca Otacílio.
O especialista espera que este problema seja resolvido ao longo dos próximos anos, com a instituição de planos de manejo não só da lenha, mas também da rocha, bem como da humanização do trabalho nos fornos. "É uma luta longa, mas necessária", finaliza Otacílio Carvalho.


sexta-feira, 31 de julho de 2009

ZÉ AGOSTINHO TRANSPORTES LTDA - MOSSORÓ-RN


SAUDOSO ZÉ AGOSTINHO (1935 - 2008, FUNDADOR DA Z-E AUGOSTINHO TRANSPORTADORA LTDA

Foi fundada em 3 de março de 1972, por José Agostinho Figueira e Antonia Salete de Souza Filgueira (marido e mulher), ZÉ AGOSTINHO TRANSPORTES LTDA. Naquela época a firma funcionava precariamente, na Rua José de Alencar, no bairro Paraíba, na cidade de Mossoró, dispondo apenas de um caminhão, aliais, não muito novo. A TRANSPORTADORA FAZIA PAENAS O TRANSPORTE DE CARGAS DE Mossoró para recife, onde já funcionava uma filial.

Mas, a firma cresceu e criou três filiais: uma em São Paulo, inaugurada em fevereiro de 1974; outra em Natal, em outubro do mesmo ano; e em 1975 a filial de Caicó. Este foi o primeiro passo para a sua expansão. Naquele momento, a finalidade de Zé Agostinho Transportes Ltda passava a ser a de servir ao estado, trazendo cargas de São Paulo e Recife, para a cidade de Mossoró e serem entregues através de suas filiais e matriz. A segunda parte de expansão da empresa foi inauguração filiais do Rio de Janeiro e Currais Novos

José Agostinho nasceu em 1936 e faleceu no dia 21 de dezembro de 2008. Era considerado um dos mais importantes empresários de Mossoró. Proprietário da transportadora que leva o seu nome Zé Agostinho Transportes, foi um pioneiro no ramo em Mossoró e região.

Zé Agostinho atuava como empresário do ramo de transportadora desde 1972 e desde então se manteve no setor sempre investindo em tecnologia e aprimorando os serviços oferecidos. Atualmente a empresa mantém filiais em Guarulhos, São Paulo e Belo Horizonte, Minas Gerais. Zé Agostinho atuava como empresário do ramo de transportadora desde 1972 e desde então se manteve no setor sempre investindo em tecnologia e aprimorando os serviços oferecidos. Atualmente a empresa mantém filiais em Guarulhos, São Paulo e acaba de se instalar em Belo Horizonte, Minas Gerais.
O comando da empresa está na responsabilidade do filho Eduardo Agostinho que já vinha atuando ao lado do pai.

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